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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Ao folear alguma revista de moda ou ver algum seriado de televisão, é difícil imaginar que o prestígio, a felicidade, o amor e o sucesso não têm relação direta com o peso. Ter um corpo impossível ou irreal, com medidas perfeitas, pode causar um impacto negativo sobre a nossa própria imagem, mas só se permitirmos.
Esses surpreendentes corpos esbeltos, ossos dos quadris proeminentes, bundas firmes, rostos magros e seios aumentados com cirurgias não são grátis. Quem na vida real pode ter esse aspecto sem ter um enorme grupo de profissionais da beleza ao redor? Ninguém!

Uma pesquisa concluiu que quando as meninas ente os 14 e os 18 anos de idade colocavam suas fotos de corpo inteiro no computador para enviá-las a alguém, modificavam seu corpo e botavam corpos de modelos no lugar. A pesquisa também demonstrou que elas julgam sua aparência de maneira muito negativa. Além do mais, os resultados mostraram que o ideal da magreza produziu sentimentos de depressão, humilhação, culpa e estresse.

A imagem da mulher idealizada, como foi projetada por modelos, virou a mais magra, estabelecendo-se entre 13-19% por baixo do peso fisicamente previsto.

As mulheres estão três vezes mais insatisfeitas com elas próprias que os homens. Além disso, a imagem negativa do corpo está relacionada com os riscos de suicídio entre as meninas e não entre os meninos (Surpresa!).

81% das meninas com 10 anos de idade responderam que elas tinham feito dieta pelo menos uma vez em suas vidas. Para as adolescentes, as revistas de moda são uma fonte de informação sobre a elaboração das dietas e saúde.

Infelizmente, nos últimos 20 anos, os alimentos, o controle de peso, os artigos de saúde, e publicidades têm aumentado uma enraizada mensagem moral... carência de controle, apatia e auto-indulgência nos vocabulários das jovens. Não permita que os estereótipos que não se correspondem com a realidade te deixem de baixo astral. Seja você mesma!


Postado por Andressa Felício


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